domingo, 11 de março de 2012

PARA AS MULHERES…

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MILAGRE DO EMAGRECIMENTO…

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Diane Ravitch: As corporações atacam a educação pública.

Escolas que podemos invejar

Diane Ravitch, no New York Review of Books, 8 de março de 2012

Tradução Viomundo(http://www.viomundo.com.br/politica/diane-ravitch-as-corporacoes-atacam-a-educacao-publica.html).

[Resenha do livro Lições Finlandesas: O que o mundo pode aprender com as mudanças educacionais na Finlândia?, de Pasi Sahlberg, Teachers College Press, 167 páginas, U$34.95]

Em anos recentes autoridades eleitas e formuladores de políticas públicas como o ex-presidente George W. Bush, o ex-chanceler educacional de Nova York, Joel Klein; a ex-chanceler educacional de Washington DC, Michelle Rhee e a secretária de Educação [equivale ao ministro, nos Estados Unidos] Arne Duncan concordaram que não deve haver “desculpas” para a existência de escolas com notas baixas em testes de múltipla escolha. Os reformistas do “sem desculpas” acreditam que todas as crianças podem atingir determinada proficiência acadêmica independentemente de pobreza, problemas de aprendizagem ou outras condições, e que alguém deve ser responsabilizado se os alunos não conseguirem. Este alguém é invariavelmente o professor.

[Nota do Viomundo: Na lista acima podemos incluir um sem número de 'especialistas' e políticos brasileiros que bebem na matriz neoconservadora]

Nada é dito sobre cobrar responsabilidade dos líderes municipais ou de autoridades eleitas que decidem questões cruciais como financiamento, tamanho da classe e distribuição de recursos. Os reformistas dizem que nossa economia corre risco, não por causa da crescente pobreza ou desigualdade de renda ou da exportação de empregos, mas por causa de professores ruins. Estes professores ruins devem ser identificados e jogados fora. Qualquer lei, regulamentação ou contrato que proteja estes malfeitores pedagógicos precisa ser eliminada para que eles sejam rapidamente removidos sem considerar experiência, senioridade ou processo legal.

A crença de que as escolas, em si, podem superar os efeitos da pobreza teve origem décadas atrás, mas sua mais recente manifestação está num livro curto, publicado em 2000 pela conservadora Fundação Heritage, de Washington DC, intitulado Sem Desculpas [No Excuses]. No livro, Samuel Casey Carter identificou vinte e uma escolas em regiões de alto índice de pobreza com bons resultados nos testes. Na última década, figuras influentes na vida pública decretaram que a reforma escolar é chave para sanar a pobreza. Bill Gates declarou à National Urban League, “vamos acabar com o mito de que podemos acabar com a pobreza antes de melhorar a educação. Eu diria que é ao contrário: melhorar a educação é a melhor forma de resolver a pobreza”. Gates nunca explicou porque uma sociedade rica e poderosa como a nossa não pode enfrentar a pobreza e a melhoria da educação ao mesmo tempo.

Por um período, a Fundação Gates imaginou que escolas menores eram a resposta, mas Gates agora acredita que a avaliação dos professores é o ingrediente primário da reforma escolar. A Fundação Gates dá centenas de milhões de dólares a distritos escolares para desenvolver novos métodos de avaliação. Em 2009, a principal reformista, secretária da Educação Arne Duncan, lançou um programa competitivo de U$ 4,35 bilhões chamado Corrida ao Topo, que exige que os estados avaliem os professores baseados nos resultados de testes e que removam os limites existentes sobre as escolas charter gerenciadas privadamente [escolas que recebem financiamento público e privado, mas que não se submetem a todas as regras impostas pelo estado; em vez disso, se comprometem a atingir determinados parâmetros definidos numa declaração de princípios, o charter].

O principal mecanismo da reforma escolar de hoje é identificar professores capazes de melhorar os resultados dos testes dos alunos ano após ano. Se os resultados melhorarem, dizem os reformistas, então os estudantes vão seguir na escola até a faculdade e a pobreza eventualmente vai desaparecer. Isso vai acontecer, acreditam os reformistas, se houver um “grande professor” em toda classe e se um número maior de escolas for entregue a gerentes privados, ou mesmo a corporações com fins lucrativos.

Os reformistas não se importam se os testes padronizados são vulneráveis a erros de medição, de amostragem ou outros erros estatísticos. Eles não parecem se importar se especialistas como Robert L. Linn da Universidade do Colorado, Linda Darling-Hammond de Stanford e Helen F. Ladd de Duke, assim como a comissão formada pelo National Research Council, já alertaram sobre o mau uso dos testes-padrão como forma de dar recompensas ou sanções a professores, individualmente. Nem enxergam o absurdo de avaliar a qualidade de cada professor a partir de testes de múltipla escolha a que estudantes são submetidos uma vez por ano.

Os testes podem revelar informações úteis, mostrando a alunos e professores o que está sendo ou não aprendido; os resultados podem ser utilizados para diagnosticar problemas de aprendizagem. Mas coisas ruins acontecem quando o resultado de testes passa a ter grande consequência para estudantes, professores e escolas, como a redução do currículo para incluir só o que é testável ou cola ou diminuir o padrão de ensino para inflar os resultados. Em resposta à pressão federal e estadual para melhorar o resultado dos testes, distritos escolares de todo o país têm reduzido o tempo para o ensino de artes, educação física, História, civismo e outras matérias não-testáveis. Isso não vai melhorar a qualidade da educação e com certeza vai prejudicá-la.

Nenhuma nação do mundo eliminou a pobreza demitindo professores ou entregando escolas a gerentes privados; não há estudos que apoiem qualquer destas estratégias. Mas estes fatos inconvenientes não reduzem o zelo dos reformistas. A nova turma de reformistas da educação é formada principalmente por gerentes de fundos hedge de Wall Street, integrantes de fundações, executivos de corporações, empreendedores e formuladores de políticas públicas, mas poucos educadores experientes. A desconexão dos reformistas do dia-a-dia da educação e a indiferença em relação a estudos acadêmicos sobre o assunto permitem aos reformistas ignorar a importância das famílias e da pobreza na educação.

As escolas podem fazer milagres, os reformistas dizem, ao se basear em competição, desregulamentação e gerenciamento pelos números — estratégias similares às que produziram o crash econômico de 2008. Em vista da queda dos reformistas por estas estratégias, os educadores tendem a chamá-los de “reformistas corporativos”, para distinguí-los daqueles que entendem as complexidades da melhoria do sistema de ensino.

A bem financiada campanha de relações públicas dos reformistas corporativos foi bem sucedida ao persuadir autoridades eleitas e o público norte-americano de que a educação pública precisa de uma terapia de choque. Uma pessoa tende a se esquecer de que os Estados Unidos têm a maior e uma das mais bem sucedidas economias do mundo e que parte deste sucesso pode ser atribuído a instituições que educaram 90% das pessoas desta nação.

Diante de uma incansável campanha contra os professores e a educação pública, os educadores têm buscado uma narrativa diferente, livre da estigmatização dos resultados de testes de múltipla escolha e das punições previstas pelos reformistas corporativos. Encontraram isso na Finlândia. Mesmo os reformistas corporativos admiram a Finlândia, aparentemente não reconhecendo que a Finlândia desprova todas as suas diretrizes.

Não é estranho os Estados Unidos usarem outra nação como modelo para a reforma da educação. Na metade do século 19, os líderes da educação dos Estados Unidos elogiavam o sistema prussiano por seu profissionalismo e estrutura. Nos anos 60, os norte-americanos correram para o Reino Unido para se maravilhar com as escolas progressistas. Nos anos 80 os norte-americanos atribuiram o sucesso econômico do Japão ao sistema educacional do país. Agora a nação mais favorecida é a Finlândia e por quatro boas razões.

Primeiro, a Finlândia tem o sistema com melhor performance do mundo, medida pelo Programme for International Student Assessment (PISA), que avalia leitura, conhecimento matemático e científico para estudantes de 15 anos de idade da Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD), inclusive os Estados Unidos. Contrariamente a nossos testes, não há consequências práticas nos testes aplicados pelo PISA. Nenhum indivíduo ou escola fica sabendo de seus resultados. Ninguém é recompensado ou punido por causa dos resultados dos testes. Ninguém se prepara para os testes, nem existe incentivo para distorcer o resultado.

Segundo, de uma perspectiva norte-americana, a Finlândia é um universo alternativo. Rejeita todas as “reformas” atualmente populares nos Estados Unidos, como a aplicação de testes, escolas charter, pagamento dos professores por mérito, competição ou avaliação dos professores baseada nos resultados de testes aplicados a estudantes.

Terceiro, entre as nações da OECD, as escolas finlandesas têm a menor variação em qualidade, significando que chegam perto de atingir uma oportunidade educacional igualitária — um ideal norte-americano.

Quarto, a Finlândia emprestou muitas das ideias que valoriza dos Estados Unidos, como a igualdade de oportunidades educacional, instrução individualizada, avaliação de portfolio e aprendizagem cooperativa. Muitos destes empréstimos derivam do trabalho do filósofo John Dewey.

Em Lições Finlandesas: O que o mundo pode aprender com as mudanças educacionais na Finlândia?, Pasi Sahlberg explica como as escolas do país se tornaram bem sucedidas. Autoridade de governo, pesquisador e ex-professor de matemática e de Ciências, Sahlberg atribui a melhoria das escolas finlandesas a decisões ousadas tomadas nos anos 60 e 70. A história da Finlândia é importante, ele escreve, “porque traz esperança àqueles que estão perdendo a fé na educação pública”.

Detratores dizem que a Finlândia tem boa performance acadêmica porque é etnicamente homogênea, mas Sahlberg responde que “o mesmo vale para o Japão, Xangai ou Coreia”, que são admiradas pelos reformistas corporativos por sua ênfase nos testes de múltipla escolha. Para os detratores que dizem que a Finlândia, com sua população de 5,5 milhões, é muito pequena para servir de modelo, Sahlberg responde que “cerca de 30 estados dos Estados Unidos têm uma população parecida ou menor que a da Finlândia”.

Sahlberg fala diretamente sobre a sensação de crise educacional que existe nos Estados Unidos e em outras nações. Os formuladores de políticas dos Estados Unidos procuram soluções baseadas no mercado, propondo “competição mais dura, obtenção de mais dados, abolição dos sindicatos de professores, criação de mais escolas charter ou adoção de modelos de gerenciamento do mundo corporativo”.

Em contraste, a Finlândia gastou os últimos quarenta anos desenvolvendo um sistema educacional diferente, focado em melhorar a qualidade dos professores, limitar os testes a um mínimo necessário, colocar responsabilidade e confiança antes de cobranças e entregar a liderança das escolas e dos distritos escolares a profissionais da educação.

Para um observador norte-americano, o fato mais marcante da educação finlandesa é que os estudantes não fazem testes-padrão até o fim da escola secundária. Eles fazem exames, mas os exames são desenvolvidos pelos próprios professores, não por uma corporação multinacional de ensino. A escola básica finlandesa de nove anos é uma “zona livre de testes-padrão”, onde as crianças são encorajadas a “saber, criar e sustentar sua curiosidade natural”.

IGREJA MEDIEVAL

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EGITO E MESOPOTÂMIA: CULTURA

 

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PARAÍBA: ECONOMIA COLONIAL

PARAÍBA: ECONOMIA COLONIAL

I- ECONOMIA AÇUCAREIRA:

1- RAZÕES DA INTRODUÇÃO DO AÇÚCAR NO BRASIL COLÔNIA:

– Efetivar economicamente a colonização;

– Clima e solo favorável;

– Experiência portuguesa na produção;

– O alto valor do açúcar na Europa;

– Capital holandês (Martim Afonso era sócio de capitalista holandês).

2- O ENGENHO: A UNIDADE PRODUTORA DO AÇÚCAR:

2.1- CONSTRUÇÕES:

– Casa grande;

– Senzala;

– Capela;

– Casa do engenho(moenda, fornalhas, casa de purgar,galpões).

2.2- A SOCIEDADE DO ENGENHO: SOCIEDADE PATRIARCAL.

– Senhor de engenho e família;

– Clientela: pequenos produtores livres, morador(mulato,cultivava alimentos no engenho em troca de parte da produção), agregado(mestiços, moravam no engenho como segurança, mensageiro), Assalariados: feitor, mestre de açúcar;

– Escravos;

– Morador de vilas – povoados: viviam sob a influência do senhor do engenho).

Obs: A maior parte da produção era enviada para P.E., devido a existência de melhores portos).

ILUMINISMO – LIBERALISMO

TEMA: ILUMINISMO – LIBERALISMO

I- INTRODUÇÃO:

1- Conceituação de Liberalismo: “Doutrina – teoria que prega a não intervenção do Estado na economia e a liberdade política do indivíduo perante o Estado;

2- Junto com o Iluminismo faz parte do ideário burguês capitalista;

3- Teve seu surgimento(construção) associado a uma nova mentalidade que buscava romper com os resquício da herança medieval, ainda presente na Idade Moderna(o Antigo Regime) e que se caracterizava pelo Absolutismo, Mercantilismo e a “Sociedade estamental” ou de Ordens – Estados.

II- CARACTERIZAÇÃO:

1- O LIBERALISMO POLÍTICO: PRINCIPAIS PENSADORES:

1.1 – VOLTAIRE(1694-1778):

– Texto: Cartas Filosóficas;

– Crítico da Igreja – Deísta;

– Despotismo Esclarecido.

1.2 – MONTESQUIEU(1689-1755):

– Da nobreza togada

– Texto: O espírito das leis;

– Teoria dos três poderes.

1.3 – JEAN-JACQUES ROUSSEAU(1712-1778):

– Texto: Emílio, Contrato Social;

– Considerado o mais radical e popular dos filósofos iluministas;

– Ideia do “Bom Selvagem”, Contrato Social, Voto Universal, criticava a propriedade privada(acabava a igualdade entre os homens), sonhando com uma sociedade de pequenos produtores independentes.

2- O LIBERAISMO ECONÔMICO: PRINCIPAIS PENSADORES:

2.1- FRANCOIS QUESNAY:

– Da Escola Fisiocrata, influenciador do liberalismo econômico;

– Ideário: Leis naturais se desenvolveriam sem a intervenção humana, e deveria ser acima para as leis econômicas; a riqueza advinha da terra e o comércio e a industria eram atividades “parasitárias”;

– Frase: “Deixai fazer, deixai passar ( laissez-faire, laissez-passer).

2.2- ADAM SMITH(1723-1790):

– Considerado o pai da nova ciência ( Economia Política ou Liberalismo Político);

– Texto: A Riqueza das Nações;

– Ideário: Livre concorrência, não intervenção do Estado na economia, “lei natural” da oferta e procura.

2.3- THOMAS MALTHUS(1766-1834):

– Texto: Ensaio sobre o princípio da população;

– Ideário: Teoria da População(população cresce de forma geométrica e a produção de forma aritmética > pessimismo quanto ao progresso humano;

– Suas ideias tiveram aceitação entre governantes na Inglaterra levando a algumas políticas “contra” a pobreza, como a lei dos pobres.

HEBREUS

TEMA: HEBREUS

I- INTRODUÇÃO:

1- LOCALIZAÇÃO: ANTIGA PALESTINA;

2- ORIGENS:

– Alguns autores remontam suas origens a Mesopotâmia, vindos de Ur;

– Outros consideram a Arábia como origem;

– São Semitas(descendentes de Sem, filho primogênito de Noé).

3- FONTES HISTÓRICAS:

– Principal é a Bíblia;

– Relatos de povos contemporâneos: gregos, egípcios;

– Historiadores romanos: Flávio Josefo;

– Fontes arqueológicas.

II- HISTÓRIA POLÍTICA:

1- ERA DOS PATRIARCAS:

– Patriarcas eram chefes de extensos clãs patriarcais, chefes políticos;

– O modo de vida era seminômade, sendo a principal atividade econômica o pastoreio;

– Patriarcas principais: Abraão(conduz a Palestina, introduz o monoteísmo) e Moisés( Êxodo, 10 mandamentos);

– Ida ao Egito: Motivação: dificuldades econômicas e conflitos com povos da Palestina.

2- ERA DOS JUÍZES:

– Líderes militares e religiosos;

– Escolhidos pelas tribos, comandavam em época de guerra;

– Destaques: Gideão, Sansão, Samuel.

3- ERA DOS REIS: ABSOLUTISTA E TEOCRATA

3.1- Motivo da criação da monarquia: Político( unificar as tribos e fortalecimento militar) e Religioso( Javé escolhe rei para libertar do jugo dos inimigos; povo pede a Deus um rei para serem iguais a outras nações);

3.2- OS REIS PRINCIPAIS:

A- SAUL:

– 1º rei;

– Exército profissional, algumas vitorias militares;

– Rompimento com o clero que passa a apoiar Davi;

– Comete suicídio.

B- DAVI:

– 2º rei;

– Unifica a Palestina e Jerusalém passa a ser capital do reino;

– Fortalecimento da monarquia(conquistas e riquezas);

– Impõe seu filho Salomão como herdeiro do trono, quebrando a tradição dos reis serem escolhidos pelos sacerdotes ou aclamados pelo povo).

C- SALOMÃO: APOGEU DA MONARQUIA

– 3º rei;

– Política externa de paz(aliança com o Egito);

– Ampliação do comércio;

– época de opulência: Obras faraônicas(ex: Templo de Jerusalém), esposas e concubinas;

– Insatisfação popular: Aumento dos impostos(endividamento com as obras suntuosas), aumento do trabalho obrigatório(servidão coletiva), tolerância religiosa(permite templos de outras religiões);

– Com a sua morte acontece o Cisma(divisão dos hebreus em dois reinos: Israel( capital na Samaria, com dez tribos) e o reino de Judá(capital em jerusalém, com duas das tribos, governado pelo filho de Salomão: Roboão).

4- CARACTERÍSITCAS GERAIS:

4.1- ECONOMIA:

– Predominantemente agropastoril;

– desenvolvimento do comércio com Salomão;

– No início a terra era ocupada por clãs que praticavam o comunitarismo, com o rei Saul, passa a surgir uma grande concentração da terra em propriedades privadas nas mãos de uma aristocracia ligada ao Estado.

4.2- SOCIEDADE:

– A elite era composta da realeza, nobreza, alto clero, grandes proprietários de terras, comerciantes e burocratas;

– A maior parte da população era de camponeses, a escravidão era incipiente e, muitas vezes, temporária.

4.3- CULTURA:

- Principal manifestação era o religioso como o monoteísmo, a Bíblia é a grande obra literária.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Paraíba: Pré-história e a conquista

TEMA: PARAÍBA: “PRÉ-HISTÓRIA” E A CONQUISTA

I-PRÉ-HISTÓRIA DA PARAÍBA: Povos no estágio de transição paleolítico – Neolítico.

1- Principais Grupos:

a- Litoral: Tupis: Potiguaras e Tabajaras (chegam na segunda metade do século XVI);

b- Sertão: Tapuias: cariris(menor) e taiririús(maior).

2- Modo de Vida:

a- Coletivismo;

b- Divisão do Trabalho: sexo – idade;

c- Economia de subsistência: caça, pesca, coleta, nomadismo-seminomadismo, agricultura de coivara, etc;

d- Uso de materiais da natureza;

e- Arte rupestre;

f- Canibalismo e Endocanibalismo.

II- A CONQUISTA DA PARAÍBA:

1- Capitania real desmembrada de Itamaracá em 1574;

2- Causas básicas da conquista:

a- Expansão da lavoura canavieira;

b- Eliminar a resistência indígena e Francesa que ameaçavam Pernambuco;

c- Pretexto: Massacre de Tracunhaém (hoje Goiana -PE).

d- Forma da Conquista: Expedições de conquista (entradas):

Ø 1574: Fracassa devido à resistência indígena;

Ø 1575: Fracassa devido ao mau tempo que dispersa a frota;

Ø 1579: Mais um fracasso. Liderança de Frutuoso Barbosa. O mau tempo destrói quase toda esquadra e voltam para PE;

Ø 1582: Liderança de F. Barbosa. Sucesso parcial: incendeiam navios franceses, mas, devido à resistência dos potiguaras (aliados dos franceses), são expulsos da região. Nesses confrontos, morre o filho de Frutuoso;

Ø 1585: Selada a aliança portugueses e tabajaras, a conquista se efetiva. Essa expedição fundadora é liderada por João Tavares

Ø Dia (oficial) da conquista: 5/8/1585;

Ø Cidade de João Pessoa: 4/11/1585;

Ø Nomes de da Cidade de João Pessoa:

· Nossa Senhora das Neves;

· Filipéia;

· Frederica;

· Paraíba.