domingo, 15 de maio de 2011

TIÃO LUCENA: OS MOTIVOS DA GUERRA

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Alguém me disse que o empresário Eduardo Carlos rompeu com Ricardo Coutinho porque ele, Eduardo, queria indicar o secretário de comunicação. Acho coisa de pouca monta esse motivo, mas dizem que Eduardo é muito vaidoso, se acha o rei da cocada preta, de modo que duvidar disso eu duvido, mas duvido sem muita segurança. O que sei e disso ninguém me demove é que o sistema Cabo Branco move campanha contra o governador por causa de interesses contrariados, nunca porque se preocupa com o coletivo (epa!).
Mas foi sempre assim. Sou rapariga velha no pedaço e sei que sempre foi assim. Comecei na imprensa em 75. Naquele tempo, mandava no mercado o Jornal O Norte. Aliás, o Norte só não, os Associados. Marcone Góes era o rei. O homem mais paparicado da Paraíba. Casava e batizava, até missa celebrava. Quem não rezasse na sua cartilha, tomava no sedém. Até que um rapaz meio atrevido botou ele numa saia curta. Foi no caso do atentado a Burity. O Norte tomou as dores de Burity e botou pra lascar em cima de Ronaldo. Cassio intermediou um entendimento, ofereceu dinheiro, Marcone Góes afrouxou, marcaram o encontro para os acertos e nesse encontro tiraram a máscara do executivo dos Associados. Marcone caiu em desgraça, foi afastado, os Associados mandaram outros donos pra tomar conta do negócio e hoje o glorioso O Norte é a porcaria que todos nós conhecemos.



Por muitos anos, depois de O Norte, quem reinou foi O Correio. Surgiu, porém, o grupo da canjiquinha, que, segundo Fabiano Gomes, recebeu mais do que O Correio dos cofres de Zé Maranhão, tomou gosto pela coisa e, quando da vitória de Ricardo Coutinho, botou a faca nos peitos do governador exigindo a Secretaria que libera as verbas de publicidade. Um verdadeiro filé mignon. Ricardo, porém, mandou dizer a Eduardo que quando ele, Eduardo, fosse governador, poderia nomear o secretário de comunicação. Enquanto não, quem faria a nomeação seria Ricardo Coutinho. O mundo caiu, a Cabo Branco, o Jornal da Paraíba, a Rádio 101, em suma, o grupo todo declarou guerra e o resultado é essa enxurrada de denúncias contra o Governo. Ressalte-se que as denúncias devem mesmo ser apuradas. Elas desnudam os vestais oficiais. Mas seria de bom tamanho que os denunciantes dissessem ao distinto público que estão denunciando porque alguém contrariou seus interesses e não por serem movidos pelo chamado espírito público.



Aliás, esse negócio de empresa de comunicação indicar secretário só faz lascar o indicado. Walter Santos foi secretário de Mariz, mas só durou enquanto Mariz foi vivo. Depois de morto, Zé Maranhão dispensou o torrelandense, que saíra da Editoria do Correio para o cargo, botando no lugar dele Geovani Meireles, igualmente editor do Correio. Geovani brigou com Maranhão, saiu do Governo e não reassumiu o antigo cargo. Do mesmo jeito que aconteceu agora com Lena Guimarães, uma espécie de rainha do sistema, que perseguiu colegas, tirou espaço de velhos amigos, fez, aconteceu e por último foi servir a Maranhão, Zé deixou de ser governador e ela, Lena, perdeu a serventia.

GRUPO SÃO BRAZ SE LIVROU DE MULTA DE 7 MILHÕES E O PROCESSO SUMIU

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Reportagem publicada no jornal Correio da Paraíba neste domingo detona o ex-secretário da Receita, Nailton Ramalho, apontado como o responsável pela dispensa de uma multa de 7 milhões de reais aplicada a São Braz de Zé Canjiquinha no dia 17 de junho do ano passado. Segundo o jornal, um fiscal da Receita Estadual multou a São Braz SA Indústria e Comércio de Alimentos em R$ 7,5 milhões, por uma dívida acumulada pelo não pagamento do ICMS relativa aos anos de 2005, 2006 e 2007..
Passados quatro meses deste auto de infração, que por lei corresponde a 200 por cento do valor da dívida - precisamente no dia 20 de outubro de 2010 - não só a multa foi cancelada e a dívida extinta, como todo o processo foi apagado como num passe de mágica do sistema centralizado na Secretaria da Receita do Estado.
Diz o jornal que o autor desta façanha fiscal e tributária foi o então secretário da Receita, Nailton Rodrigues Ramalho, que em uma canetada só, sem consultar o Conselho Fiscal da Secretaria, que está acima do titular do cargo, nem muito menos a Procuradoria do Estado, que tem decisões vinculantes para todos os órgãos da área financeira, e talvez nem o governador à época José Maranhão, resolveu avocar para si a decisão de perdoar uma dívida de um poderoso grupo empresarial e subtrair R$ 7,5 milhões dos combalidos cofres estaduais.
Em sua justificativa, o secretário Nailton Ramalho desconheceu o trabalho do fiscal da Receita e a existência da dívida, argumentando que “a direção superior desta secretaria não foi devidamente comunicada sobre o procedimento adotado para que se procedesse a re-fiscalização de trabalhos, anteriormente, realizados por Auditor fiscal Tributário”.

O perfil de José Serra feito pelos americanos

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Telegrama obtido pelo WikiLeaks mostra o empenho do corpo diplomático americano em perfilar o pré-candidato à presidência da República
Por Marcus V F Lacerda, especial para a Pública





No começo de 2009, o cônsul-geral americano em São Paulo, Thomas White, ocupou-se de uma tarefa digna de Gay Talese ou Lilian Ross. Tratava-se de um perfil do então governador paulista e nome forte do PSDB na disputa presidencial, José Serra.
O produto da pesquisa é o tema central de mensagem de 11 de fevereiro daquele ano, na qual o diplomata resume a carreira, as posições político-ideológicas e diversos traços de Serra. “Serra é pessoalmente um político muito atípico com peculiaridades e interesses muito particulares”, introduz Thomas White em seu dossiê que caracteriza Serra como um “workaholic”, “insone” e “anti-social”.
O documento mostra o interesse norteamericano em detalhes sobre um dos principais candidados à sucessão de Lula.
O diplomata valeu-se de entrevistas com diversas pessoas próximas a Serra. Dentre elas estão nomes do PSDB como Paulo Renato Sousa e Aloysio Nunes, membros do secretariado serrista como Maria Elena Fuimarães, Cristina Ikonomidis e José Henrique Reis Lobo, o ex-governador Cláudio Lembo, o economista-orientador do Bradesco Honorato Barbosa, o consultor político Thiago Aragão e até Aldo Rebelo do PC do B.
“O grupo foi unânime em sua forte lealdade a Serra, suas descrições francas das qualidades antipáticas, e de sua dedicação e competência evidentes”, descreve o telegrama.
Thomas White descreve Serra como introvertido e desconfortável em eventos sociais descontraídos onde outros políticos se destacariam.
A inacessibilidade ao tucano também é abordada no texto que nota o hábito de Serra de confirmar sua presença apenas momentos antes do acontecimento. De acordo ainda com o telegrama, Serra teria causado um desconforto para o consulado canadense em 2008 durante a visita da governadora-geral do Canadá, Michaelle Jean, ao Brasil. O então governador paulista teria cancelado uma reunião com a principal representante canadense no exterior um dia antes do encontro.
Interlocutor “positivo” para os EUA
A trajetória de Serra é traçada rapidamente desde a presidência da UNE nos anos 60, passando pelo exílio na Argentina e no Chile. Para White, Serra coloca-se como um sobrevivente do golpe de Pinochet em um artigo que o tucano publicou na revista americana Dissident entitulado “O outro 11 de setembro”. O cônsul ainda sublinha a relativa proximidade de Serra com outros intelectuais anti-militaristas da América Latina .
“Apesar disso, ele continuou como um economista fortemente técnico e nunca caiu em uma crítica simplista tanto ao capitalismo quanto aos Estados Unidos”, pontua o telegrama.
A posição de Serra diante do Estados Unidos é sempre colocada em cheque e contornada em seguida ao longo do texto. “Apesar de sua tendência em manter uma certa distância dos EUA, Serra pode funcionar muito bem como um interlocutor positivo dos Estados Unidos”, relata.
White que descreve a política de Serra como sendo mais intervencionista e menos ligada ao mercado que a postura tipicamente americana.
Visitas a escolas
White relata o que ouviu do assessor do ex-governador a contar que Serra ia a uma escola pública de São Paulo toda semana, principalmente escolas primárias. Estas visitas eram extra-oficiais e não contavam nem com cobertura da imprensa ou presença de alguém da secretaria de Educação. A escola a ser visitada era mantida em segredo até um dia antes da visita, quando os alunos recebiam uma biografia do então governador. Quem agilizava estas visitas era a secretaria-adjunta de Educação, Cristina Ikonomidis.
Em sala de aula, Serra transforma-se de governador workaholic e antipático em um professor de matemática carismático com os alunos. Fotos levadas por Ikonomidis aos americanos mostram um Serra sorridente e brincalhão entre as crianças. “Serra geralmente cativa os alunos com uma piada, usualmente perguntando o nome da professora e soletrando-o errado propositalmente enquanto o escreve no quadro”, descreve o telegrama.
Serra intervencionista?
Segundo a pesquisa do cônsul-geral, houve um temor no mercado financeiro de que, uma vez sendo presidente, Serra optaria por uma política econômica com maior presença do estado. José Serra já foi um defensor do intervencionismo e suas ações no Ministério da Saúde mostravam um gosto pela presença do estado. De acordo com o telegrama, muitos homens de negócios em são paulo repetiam o chavão “Serra é mais esquerdista que Lula”.
Mas Fernando Honorato Barbosa, economista do Bradesco, disse a White que Serra não teria motivos para tomar medidas intervencionistas uma vez que ele já lidaria com juros baixos por razões econômicas. “De qualquer forma, Barbosa admite que até em seu setor no Bradesco existe um debate vigente sobre o quão intervencionista Serra pode ser como presidente”, complementa White no telegrama.

O Brasil está inventando os desmatadores patriotas

por Luiz Carlos Azenha
Quando o Brasil discutia de forma altamente polarizada o destino da reserva Raposa Serra do Sol eu vivia em Washington. Pelo que lia e ouvia, à distância, os indígenas estariam a serviço dos Estados Unidos, parte de uma conspiração internacional para desmembrar o Brasil.
Como repórter, fui até lá gravar um documentário. E descobri que não era bem assim: tinha sido um longa luta por autonomia, marcada por ameaças, ações de intimidação e assassinatos brutais cometidos pelos invasores da terra.
Agora, aquele mesmo discurso surrado está de volta. Com alguns dos mesmos atores. Quem defende a preservação ambiental estaria a serviço de uma vasta conspiração. E os desmatadores? São patriotas. Patriotas desmatadores. Eles querem detonar a esfera pública de seus negócios, ou seja, se livrar das obrigações legais que têm com o interesse comum. Agora, escondidos sob a bandeira do Brasil!
Fiquem com o artigo do Gilson Caroni:
DEBATE ABERTO
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/e-o-brasil-vai-inventar-a-esquerda-patriotadesmatadora.html


Amazônia: qual o código da nossa esquerda?
Será o Código Florestal a prova dos nove para o habitual transformismo que, vez por outra, visita forças do campo progressista? É hora de a esquerda se livrar do imaginário herdado do padrão fordista e incorporar a luta pela preservação natural ao seu horizonte político.

Gilson Caroni Filho, na Carta Maior, em 14.05.2011

Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis para o futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A Amazônia é um exemplo. Seu desmatamento é obra conjunta de latifundiários, grandes empresários e empresas mineradoras.
São os inimigos a serem confrontados prontamente. Será o Código Florestal a prova dos nove para o habitual transformismo que, vez por outra, visita forças do campo progressista? Ou talvez a inflexão de fundo seja de maior envergadura. É hora de a própria esquerda se livrar do imaginário herdado do padrão fordista e incorporar a luta pela preservação natural ao seu horizonte político. Fora disso, a palavra progressista torna-se um vocábulo vazio. Um atributo discutível para quem luta no campo democrático-popular. O ciclo da destruição das nossas florestas é sobejamente conhecido
Desde a década de 1960, a grilagem vem sendo ampliada por intervenções como o estímulo à mineração e à expansão da pecuária e da lavoura monoculturista, a abertura ou o asfaltamento de estradas e outros projetos ditos de “povoamento” e, como agora, no caso de projetos de hidrelétricas do Rio Madeira, “desenvolvimento”. E isso desde o simples anúncio, quando tais iniciativas ainda estão no papel.
Todos nós já vimos tramas semelhantes em filmes de faroeste, em que os robber barons tratam de se apossar, por quaisquer meios, das terras por onde vai passar a ferrovia ou ser feita a represa.
Uma vez estabelecida a ocupação, tem início a retirada da madeira de maior valor comercial, destinada às carvoarias e às indústrias moveleira e de construção civil, etapa que pode levar várias estações de corte. Exauridos tais recursos, segue-se a “limpeza” da área, por meio de corte raso e queimada, e o preparo da terra para pastagem.
Quando a extração de madeira se esgota, entra o gado, tipicamente de corte. Em algum momento, a posse é esquentada por títulos falsificados de propriedade que, exatamente por serem falsos, e porque os registros e fiscalização são precários, geralmente não aparecem nas estatísticas oficiais, em que as áreas griladas continuam figurando como terras da União.
Ironicamente, essas “propriedades” serão usadas como garantia para a obtenção de empréstimos e financiamentos junto a bancos, tanto privados como oficiais, e a agências de fomento.
A substituição do gado pela soja ou por outras lavouras extensivas é determinada, mais que por qualquer outro fator, pela demanda por essas commodities e por seus preços relativos nos mercados internacionais, sobre os quais o Brasil não tem qualquer controle: são buyer markets, mercados de compradores. No caso da soja, vale lembrar que há sinergia com a pecuária, já que parte significativa da colheita vai para a produção de farelo empregado em rações animais.
Além disso, o ciclo se expande continuamente. Pois, enquanto a lavoura está entrando numa área, os grileiros e as motosserras estão abrindo novas “frentes de ocupação” em outra, para a qual o gado por sua vez se expandirá ou mesmo deslocará, pois é muito mais fácil deslocar reses do que vegetais.
Se deixada ao sabor do mercado, a floresta de ontem se converte no polo madeireiro de hoje, no pasto de amanhã, na lavoura extensiva de depois de amanhã e, em última instância, em deserto.
O solo característico da Floresta Amazônica, embora rico em elementos não orgânicos como ferro e alumínio, é extremamente pobre em nutrientes, e por si só jamais seria capaz de sustentar florestas. E, no entanto, a floresta está lá. Como? O que sustenta a floresta em pé é a própria floresta.
A decomposição dos detritos vegetais e animais depositados pela própria floresta sobre seu solo forma a “terra preta de índio”, um fino tapete rico em húmus, e são os microorganismos aí presentes que produzem os nutrientes de que as árvores se alimentam.
Quando a cobertura florestal é removida, o ciclo se rompe. Pois a camada de “terra preta” é superficial e, sem a floresta para de um lado renovar os componentes orgânicos e de outro segurá-los, é rapidamente degradada. Até mesmo pela chuva, que nessas condições, sem a floresta para proteger o solo do impacto direto, carrega a terra para as barrancas dos rios acelerando a erosão.
Uma vez derrubada, portanto, a floresta não se recompõe. Disso sabe, ou deveria saber, o deputado Aldo Rebelo. O campo progressista não comporta alianças com forças antagônicas à sua história de combatividade, coerência e superação. Estamos vivendo um debate decisivo para a agenda que a esquerda pretende propor. O fio da navalha onde tudo perde a cor, e dificilmente se refaz, reaparece no cenário político. Como nas florestas degradadas.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

quinta-feira, 5 de maio de 2011


A CIVILIZAÇÃO MUÇULMANA - ISLAMISMO

I- INTRODUÇÃO: ISLAMISMO:

1- ISLAMISMO:

  • Religião monoteísta fundada por Maomé;

  • local de origem: Península arábica;

  • Sincretismo religioso: Fusão de elementos culturais diferentes, ou até antagônicos, em um só elemento, continuando perceptíveis alguns sinais originários.

  • Sincretismo: Cristianismo, Judaísmo e tradições da Arábia pré-islâmica.

II- A ARÁBIA PRÉ-ISLÂMICA: Características gerais:

1- A Arábia tem duas regiões geográficas distintas: Deserto ( a maior parte da região) e o litoral;

2- Deserto:

  • Povos do deserto conhecidos como beduínos;

  • Viviam em tribos, muitas vezes inimigas e conflitantes;

  • Portadores de uma economia baseada na criação de pequenos animais, uso de camelos e dromedários;

  • Politicamente descentralizados;

  • religião: Politieista, animista e idolatra.

3- Existência de pequenas cidades entre elas Meca (centro religioso, cultural) e Yatreb.

III- ISLAMISMO:

1- FUNDADOR: Maomé.

2- HÉGIRA:

  • Fuga de Maomé de Meca para yatreb (muda o nome para Medina em homenagem a Maomé. Mediana: cidade do profeta.). Na tradição islâmica mais do que uma fuga um gesto simbólico comparado a peregrinação de Abraão.

  • Fuga motivada pela perseguição dos líderes de Meca, os coraixitas, que não viam com bons olhos a introdução de um novo culto.

3- PRINCÍPIOS DO ISLÃ:

  • Profissão de fé: Só há um Deus, que é Alá, e Maomé é seu profeta;

  • Realizar cinco orações diárias com a frente voltada para Meca;

  • Fazer durante o mês sagrado islâmico Ramadã, o jejum religioso;

  • Fazer a perigrinação a Meca;

  • Esmola e generosidade(Zakat e Sadaka).

4- LIVROS SAGRADOS:

  • Alcorão: Livro sagrado (contém: instruções de vida, palavras divinas de Alá, proibições e a ideia de predestinação);

  • Sunas: Coletânea que reúne os ensinamentos do profeta.

5- CREDOS (DIVISÃO) BÁSICOS:

  • Sunita (califa qualquer membro do Islã, acredita no Alcorão e na Suna);

  • Xiita (Califas só descendentes de Maomé e só Alcorão).

IV- A CIVILIZAÇÃO ÁRABE – MUÇULMANA:

1- EXPANSÃO:

  • Local: Oriente, Ásia e Europa (Península Ibérica);

  • Causas Gerais da expansão:

> Busca por terras (agricultura, cobrança de impostos);

> Estimulo religioso ( a Jihad);

> Expansão comercial (domínio de rotas);

> Enfraquecimento dos Império Bizantino e Persa.

2- CARACTERÍSTICAS CULTURAIS:

  • Até o século XII era a mais dinâmica da bacia do Mediterrâneo;

  • Filosofia (difundem a filosofia grega. Filósofos: Avicena, Averróis);

  • Matemática (trigonometria [arco, tangente]);

  • Química (destilação do álcool);

  • Literatura (riquíssima, entre outras, As Mil e uma Noites).